A vida vista por uma irreverente cachorrinha. Divulga ações e projetos de ajuda aos animais.
O primeiro passeio
Papai Gutto tem uns horários estranhos... Me levou pra passear ainda estava escuro, tipo assim, nem se via o sol.
Ai, fiquei tão desconfiada...
que medo, pensei: será que era só um sonho e já acabou?
que medo, pensei: será que era só um sonho e já acabou?
Andamos pela rua, não tinha ninguém! Não passava nenhuma roda pra eu querer correr atrás também. Por via das dúvidas, fui cheirando todo o caminho, se eu me perdesse, saberia como voltar. Gosto de passear, mas aí sentamos num jardim, bem em frente à um lugar de onde saía um cheiro bom de pão quentinho. Tensa... que estranho... o que estamos esperando? Será que vai vir alguém me buscar de novo? E eu olhava as calçadas vazias, e uns sacos de lixo que algumas pessoas largam... não quero mais revirar esses sacos! Às vezes tem coisas pra comer neles, mas é sujo e faz sujeira. O humanos comem tanta coisa esquisita. Mas eu gostei daquela ração. Hum, será que já conheço essa rua? À noite elas são iguais, frias e solitárias. De repente, abriu a porta, é uma padaria! Ufa!!! Então é isso! Viemos buscar pão! Olha lá em cima, o sol tá nascendo! Acho que ainda leva um tempo pra eu perder a paranóia de, quando sair, não saber se vou voltar. Chegamos de volta à casa. Estou saltitante. Papai gosta que eu pule nele. O sol nasceu, o dia clareou.
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Capitu, a adulta adotada
Escrito por Gutto Carrer Lima em 09/07/2013
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